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Poemário

As lágrimas dançarinas
No rosto, o palco, a verdade escorreita
Em actos contínuos, a ovação em silêncio,
O interior da alma aplaude, o espelho das heroínas
Em reflexo da condição, aqui jaz morta,
Na loucura de ser a flama deste milénio.

Paul Human, in Prisioneiro do Tempo 2, © 2008



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